...Hoje também é o dia que nós ( eu e meu eterno amor) completamos um ano e quatro meses.
Eu gostaria de citar aqui os presentes que eu ganhei, mas por mais que mamãe diga que serei o eterno bebê dela, não ganhei presentes, oun ;/ E todo mundo me chama de Baby, mas ninguém lembrou de mim hoje (desabafo 2) kkkkkkkk
Agora à noite presenciei duas cenas que aconteciam ao mesmo tempo e no mesmo local (isso seria apenas uma cena? Ah, não sei... mas tem historias diferentes). A primeira (eu era um dos personagens), feliz, rindo a toa e apaixonada, com a saúde muito bem e satisfeita com a vida, o outro personagem dessa cena era meu namorado (só para deixar claro), enfim... na segunda cena era alguém sozinho, nada bem de saúde e não sei dizer se estava satisfeito com a vida, muito menos com o coração, mas com um olhar triste. Comentei com meu namorado a situação, meu coração um pouco sentido pelo desamparo do homem, ao mesmo tempo que me perguntava o que ele havia feito para estar tão sozinho, ninguém merece chegar ao fim da vida só, sei que não foi o destino que levou a pessoa com quem ele vivia, foi escolha dela... E o que leva alguém abandonar o parceiro doente?
Eu não sei responder a nenhuma dessas perguntas, porque graças a Deus, ando em lugares com famílias unidas e tem amor independente da circunstância. Comentamos que não teríamos coragem, logo chegamos à conclusão que temos pais em casa que se amam bastante e permanecem se amando; na saúde, na doença; na riqueza e na pobreza! Eu quero amar para sempre, o amor que meus pais me ensinaram a dar e fazer feliz quem merece. A parte do ser que nunca envelhece é a alma, claro se estiver bem cultivada.
Boa noite.

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